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Banco Sustentável no interior do Pará cria a própria moeda para movimentar a economia local

Lançamento da moeda juruteka Divulgação/Instituto Juruti Sustentável (IJUS) O Instituto Juruti Sustentável (IJUS), por meio do Banco Juruti Sustentável (B...

Banco Sustentável no interior do Pará cria a própria moeda para movimentar a economia local
Banco Sustentável no interior do Pará cria a própria moeda para movimentar a economia local (Foto: Reprodução)

Lançamento da moeda juruteka Divulgação/Instituto Juruti Sustentável (IJUS) O Instituto Juruti Sustentável (IJUS), por meio do Banco Juruti Sustentável (BANJUS), lançou, em Juruti, no oeste do Pará, a Juruteka, uma moeda social criada para fortalecer a economia local e incentivar a circulação de recursos entre os comércios e empreendedores do município. A moeda tem o mesmo valor do real, mas poderá ser utilizada apenas em estabelecimentos credenciados ao BANJUS. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp O lançamento aconteceu durante o Encontro Amazônico da Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Com a iniciativa, Juruti passa a integrar o movimento nacional de cidades que adotam moedas sociais como estratégia para estimular o desenvolvimento econômico e fortalecer os negócios locais. A Juruteka foi criada para funcionar de forma complementar ao Real. As cédulas foram lançadas nos valores de J$ 2, J$ 5, J$ 10, J$ 20, J$ 50 e J$ 100. Cada unidade da moeda social tem equivalência de 1 para 1 com o Real e poderá ser utilizada em uma rede de comércios, farmácias, prestadores de serviços e outros empreendimentos credenciados ao Banjus. Veja como é a moeda social juruteka Divulgação/Instituto Juruti Sustentável (IJUS) Para o diretor-presidente do Ijus, Gustavo Hamoy, a moeda representa um novo passo na construção de uma economia mais forte e conectada ao território. Agora no g1 “A Juruteka nasce para fortalecer Juruti a partir da nossa própria economia. Quando criamos uma moeda social, criamos também uma ferramenta de pertencimento, confiança e circulação local. O objetivo é apoiar nossos empreendedores, valorizar quem produz e faz a economia acontecer, e garantir que os recursos permaneçam no município, gerando mais oportunidades para a nossa população”, destacou o diretor. Além da função econômica, a moeda se destaca por valorizar a identidade de Juruti. As notas trazem elementos que representam a cultura e a natureza do município, como o pássaro que inspirou o nome da cidade, o Festribal, a Praia do Formigão e outros símbolos locais. Antes de começar a circular em toda a cidade, a Juruteka será testada com um grupo de empreendedoras atendidas pelo projeto Dona's, do Ijus. Elas serão as primeiras a utilizar a moeda social. Após essa fase inicial, a expectativa é que o uso da Juruteka seja ampliado para outros empreendedores e estabelecimentos de Juruti. A expectativa é que a moeda fortaleça os pequenos negócios, incentive o consumo local e contribua para manter a riqueza circulando dentro do próprio município, beneficiando empreendedores, consumidores e comunidades. Colaboração Lira Letícia Reis VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região